sábado, 10 de setembro de 2011

"Fina Estampa" crava 45 pontos no Ibope e bate novo recorde


O capítulo de "Fina Estampa" veiculado na noite desta quinta-feira (08) quebrou mais um recorde de audiência.
A novela de Aguinaldo Silva registrou média de 45 pontos com picos de 47. A participação chegou a 64%, desempenho que conferiu à trama das nove a sintonização de mais de três em cinco televisores ligados no horário.

Na mesma faixa em que "Fina Estampa" foi ao ar, a Record e o SBT compartilharam a vice-liderança com 5 pontos cada.

Em tempo:

Novamente traçando um paralelo entre "Fina Estampa" e suas antecessoras, nota-se uma grande recuperação da faixa. "Insensato Coração", de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, só chegou aos 43 pontos de média em sua vigésima quarta semana dentre as trinta que teve de exibição.

Em outra comparação, levando em conta o décimo sexto capítulo das últimas novelas das nove, também é de destaque a posição de "Fina Estampa". O capítulo correspondente ao veiculado nesta quinta é o mais alto desde "Páginas da Vida", de 2006, a qual obteve 49 pontos. Até mesmo produções que vieram a desmanchar em seu decorrer, como "A Favorita" e "Passione" tiveram índices mais baixos (37 e 35 pontos respectivamente).

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Colaboradores de Fina Estampa são esquecidos pela Globo


Dois colaboradores de Fina Estampa, Brunno Pires e Meg Santos, não vêem sendo creditados pela Globo na abertura da novela.

Os dois participaram da primeira turma de um curso de roteiro, ministrado pelo novelista Aguinaldo Silva, em 2009, em que foi criada a história de Fina Estampa. Assim, eles podem ser considerados coautores da trama.

Pires e Meg foram contratados pela Globo para atuarem como roteiristas de Fina Estampa. A contratação da dupla foi uma exigência de Aguinaldo Silva, assim como a de outros três alunos, Rodrigo Ribeiro, Eduardo Nassife e Maurício Gyboski.

“Consegui que todos os alunos da primeira [master class, nome dado ao curso de roteiro] fossem pagos pela Rede Globo, e cinco deles [eram quinze no total] acabassem contratados pela emissora”, escreveu o autor em seu blog, em 2009.

Na abertura de Fina Estampa, apenas Ribeiro e Gyboski têm seus nomes creditados. Eles participam da elaboração dos capítulos, criam diálogos e situações pré-definidas por Silva.

Eduardo Nassife não aparece nos créditos porque é pesquisador, profissional que busca informações e faz entrevistas sobre determinados temas para o autor usar na ficção. A Globo tem por regra não dar crédito a pesquisadores em aberturas de novelas.

Pires e Meg continuam contratados da Globo , mas não foram comunicados da razão de terem seus nomes supridos da abertura.

No site de Aguinaldo Silva, dezenas de comentários de internautas questionam a falta de crédito aos dois colaboradores, mas o autor não se pronunciou sobre a questão.

O blog procurou a Globo. Mas, até a publicação deste texto, a emissora não se manifestou.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Globo reconhece erros em documentário sobre seu fundador Roberto Marinho


por Mauricio Stycer

Com direção geral de Rozane Braga, a produtora FBL acaba de lançar, em formato de DVD, o documentário “Roberto Marinho – O senhor do seu tempo”.

A pedido da “Folha”, fiz uma resenha, publicada neste domingo na “Ilustrada” (disponível para assinantes do UOL e do jornal). Observei que o filme não apresenta novidades significativas sobre o personagem, mas reforça um movimento recente das Organizações Globo de discutir em público alguns dos “pecados” que celebrizaram os veículos do grupo.

O documentário tem o mérito de tratar francamente de assuntos espinhosos para a Globo, como o governismo explícito da emissora por décadas, o escândalo Proconsult, em 1982, a omissão na cobertura da campanha das Diretas, em 1984, e a edição do debate entre Collor e Lula, em 1989.

Ainda assim, trata destes problemas unicamente pela ótica dos filhos de Roberto Marinho e de funcionários e assessores do grupo. Observo, ainda, no texto que o documentário apresenta a trajetória do empresário de forma didática, mas pouco imaginativa e sem profundidade.

Por limitações de espaço deixei de fora do texto observações sobre duas imprecisões que vi no documentário. A primeira ocorre ao tratar do famoso acordo com o grupo Time-Life, que injetou cerca de US$ 6 milhões na nascente TV Globo. O caso foi objeto de uma barulhenta CPI no Congresso e, depois, de uma avaliação do governo militar, que terminou por avalizar o acordo.

Roberto Irineu Marinho diz que a Globo foi “condenada” no caso e, em função disso, decidiu comprar a parte do grupo americano. Os principais relatos sobre o caso, inclusive de Joe Wallach, que acaba de publicar um livro, indicam que foi o Time-Life que perdeu o interesse no negócio em função dos seguidos prejuízos acumulados nos primeiros seis anos de vida da emissora.

Outro ponto discutível é a afirmação de Boni de que Roberto Marinho concebeu a TV Globo, inicialmente, como “uma cópia em vídeo do jornal ‘O Globo’, uma emissora de informação”. Basta ver a programação dos primeiros anos da TV, que incluía humor popular, novelas e programas sensacionalistas, para constatar que esta tese não se sustenta.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

SBT desmente fim do “Supernanny”


José Armando Vanucci.

O SBT divulgou nesta sexta-feira uma pequena nota para desmentir o final do reality “Supernanny”. O curto texto afirma que a apresentadora Cris Poli assinou a renovação de seu contrato no mês julho com a emissora e que a próxima temporada do programa está prevista para o início de 2012. A notícia sobre o fim do reality caiu como uma bomba nos corredores da Anhanguera, já que representa um dos bons faturamentos da emissora e tem público cativo.
Nos bastidores do SBT há quem afirme que a falsa notícia chegou à imprensa para defender interesses pessoais de quem pode ganhar com a ausência do reality. Por isso, é preciso muita cautela ao ouvir histórias nos bastidores para filtrar interesses e falsas interpretações.

Filme sobre Silvio Santos recebe R$ 6 milhões e pode sair do papel


Daniel Castro.

Baseado no livro A Fantástica História de Silvio Santos, de Arlindo Silva, um filme sobre a trajetória do maior apresentador da televisão brasileira poderá finalmente sair do papel em 2012.
"Fechamos hoje [segunda-feira, 29/8] com um investidor que vai colocar de R$ 6 milhões a R$ 7 milhões no filme", comemora Guga Oliveira, que há vários anos alimenta a ideia de levar para os cinemas a história do dono do SBT. O diretor não revelou quem seria o investidor.
Segundo Oliveira, o longa-metragem está orçado em R$ 12 milhões. Com a injeção de pelo menos R$ 6 milhões, o projeto ganha fôlego, e outros investidores "menores" devem fechar com a produção. Ele acredita que poderá iniciar as filmagens em abril do ano que vem.

O filme deve se chamar Era uma Vez no Brasil - A Fantástica História de Silvio Santos. Pretende registrar a história cultural do Brasil desde os anos 1940, mas sem ser um documentário.
"Vamos contar a história do rádio e mostrar a televisão no Brasil, do nascimento, com Assis Chateaubriand, até hoje", afirma Oliveira, que é irmão de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, ex-vice-presidente da Globo. Personalidades, como as cantoras Emilinha e Marlene e o humorista Chico Anysio, deverão ser retratadas no longa.

Angélica viverá mulher de Silvio Santos
Segundo Guga Oliveira, alguns nomes já estão certos no elenco do filme, embora ainda não tenham assinado contrato. Um deles seria o de Angélica. A apresentadora do Estrelas, diz o diretor-geral do filme, interpretaria Cidinha, primeira mulher de Silvio Santos. Já Carlos Alberto de Nóbrega deverá dar vida ao próprio pai, Manoel da Nóbrega, de quem Senor Abravanel herdou o Baú da Felicidade.
Para o papel de Silvio Santos, para o qual já se especulou Edson Celulari, Oliveira pensa em realizar um concurso com votação popular.

Silvio Santos ainda não assinou
Guga Oliveira afirma que o filme já tem o aval de Silvio Santos, mas a assessoria do apresentador informa que ele ainda não aprovou oficialmente o projeto.

sábado, 27 de agosto de 2011

Você Sabia? Rede Globo já tentou comprar o seriado "Chaves"


O seriado "Chaves" é um grande sucesso em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil. O enredo gira em torno das aventuras e atribulações de Chaves (Chavo, no original), um garoto órfão hUmilde que mora dentro de um barril, e dos outros moradores de uma vila suburbana fictícia. A atração é exibida pelo SBT desde 24 de agosto de 1984.

Uma curiosidade que alguns devem saber e muitos não, é que a Rede Globo de Televisão já tentou comprar os direitos de exibição do "Chaves".

A Globo, no início dos anos 2000, tentou comprar o seriado com o objetivo de não permitir que seu concorrente, o SBT, mantivesse o seriado em sua grade de programação. A emissora dos Marinho não foi bem sucedida, pois o contrato com a Televisa exigia que a emissora exibisse o seriado, sendo que o desejo do canal carioca era apenas não permitir a transmissão pelo SBT.

Melhor dizendo, a Globo só queria tomar posse do "Chaves". Não tinha a intenção de exibir. Ou seja, muitas crianças não assistiriam e nem saberiam quem são: Chaves, Chiquinha, Seu Madruga e Cia.

Personagem de Fernanda Rodrigues morre em "O Astro"


Assim como na versão original, exibida em 1978, o remake de "O Astro" matará um de seus personagens mais carismáticos, nos próximos capítulos. Jôse, vivida por Fernanda Rodrigues, morrerá após um aborto espontâneo.

Nesta quinta-feira (25), a irmã de Amanda (Carolina Ferraz) descobrirá que tem um tumor maligno e será aconselhada a tirar o bebê, fruto de sua relação com Márcio (Thiago Fragoso). A jovem, porém, decide não interromper a gravidez, enfrentando o risco de morte (que fatalmente acontece).

Elenco e outros detalhes da nova novela de João Emanuel Carneiro


Ainda falta mais ou menos um ano para a estreia da nova novela de João Emanuel Carneiro no horário nobre da Globo. Entretanto, a emissora já trabalha na sua pré-produção.

Chamada provisoriamente de "Rainha do Mar" (antes era "Filha do Mar"), a trama vai girar em torno do sumiço da milionária Paloma Stuart (Patrícia Pillar) e seu pai (possivelmente vivido por Tarcísio Meira), no naufrágio de um transatlântico nos primeiros capítulos. Centenas de pessoas não sobreviverão à tragédia, inclusive o personagem de Tarcísio. Paloma, no entanto, é uma das poucas a se salvar. Ela perde a memória e é salva por um grupo de pessoas humildes - certamente pescadores -, que passam a chamá-la de Maria do Mar.

Enquanto a milionária está desmemoriada e vivendo nessa aldeia, não faltam pessoas interessadas em pôr as mãos na sua fortuna. Mais tarde, Paloma volta a si, retorna ao seu "mundo" e descobre que o naufrágio foi arquitetado pelo vilão da história (o autor quer Selton Mello no papel).

Para criar o enredo, Carneiro se inspirou na fatídica história do RMS Titanic. Em 2012, o naufrágio do navio inglês completa 100 anos.

E atenção para os nomes já confirmados no elenco da novela, segundo informou o jornalista Fernando Oliveira, do IG:

Patrícia Pillar
Fábio Assunção
Claudia Abreu
Murilo Benício
Edson Celulari
Glória Menezes
Taís Araújo
Carmo Dalla Vecchia
Cauã Reymond
Marjorie Estiano
Helena Ranaldi
Christine Fernandes
Danton Mello
Emanuelle Araújo
Ailton Graça
Andrea Horta
Isabelle Drumond
Marcos Caruso
Ary Fontoura
Kayky Britto

Tarcísio Meira, Francisco Cuoco e Selton Mello estão praticamente certos na produção. Maitê Proença deve entrar após o 50º capítulo.

A direção geral ficará a cargo de José Luiz Villamarim, enquanto Ricardo Waddignton cuidará da direção de núcleo.

Último capítulo de "Malhação" registra recorde de audiência


O último capítulo da trama teen "Malhação" registrou excelentes índices de audiência. No período em que foi ao ar, na Globo, a novela obteve recorde de audiência desde que estreou.

A temporada de "Malhação" que acabou no início da noite desta sexta, foi bem sucedida em termos de audiência. Em toda a sua exibição, o folhetim teve 20 pontos de média geral. Não só superou as expectativas de audiência, como fechou na meta e alavancou os números deixados pela temporada anterior.

O último capítulo de "Malhação", entre 17h48 e 18h18 desta sexta, teve 26 pontos de média e pico de 31. É o recorde absoluto desde a estreia. O maior índice alcançado anteriormente era de 25 pontos.

Cada ponto de audiência equivale a 58 mil domicílios na Grande SP. Os números são prévios e podem sofrer alterações no consolidado.

ESPECIAL: Nossa TV (Começo da tv até Fina Estampa)


Por: Aldieres Welington

Ola! Tudo bom? Já se fazem um tempinho, desde o nosso último dedinho de prosa, não? Mas o “Nossa TV” está de volta, com exclusividade para o blog “Blog.tv”.

Começo, portanto este nosso diálogo, indagando, qual é o maior elemento da nossa cultura? Se você respondeu telenovela, certamente acertou. Foi lá nos idos de 51, nos moldes do teatro, que a trama “Sua Vida me Pertence”, ocupando as noites de terças e quintas-feiras, começou a engatinhar a história, do que viria ser uma das maiores vitrines de talentos. A primeira novela diária, só chegou em 63, na TV Excelsior, “2-5499 Ocupado”, de autoria de Dulce Santucci. Quando estreou, a produção era exibida em São Paulo as segundas, quartas e sextas e a emissora enviava os videoteipes para as outras capitais. A TV Excelsior do Rio de Janeiro, em setembro de 63, percebendo que poderia atrair mais publicidade e habituar o espectador a acompanhar a trama, resolveu exibir a novela diariamente. Com isso, acabou abrindo caminho para o gênero ganhar mais público. No entanto no ano seguinte, na TV Tupi, que “O Direito de Nascer”, caiu no gosto dos brasileiros. Quem imperava no Brasil naquela época era mesmo Glória Magadan. A exilada cubana ficou conhecida por escrever dramalhões ambientados em países distantes do Brasil. Foi com “Beto Rockfeller”, que a TV Tupi, em 68, resolveu apostar em personagens e situações ao estilo brasileiro, a aposta deu certo. Por sua vez, a hegemonia da vênus platinada, começou em 70, e a figurinha ou figurão desta arte, era Janete Clair. “Irmãos Coragem”, triunfou e entregou a Globo a liderança. Não é por mera coincidência, que a emissora resolveu apostar no remake de “O Astro”. Em 73, a Globo leva ao ar, “O Bem-Amado” de Dias Gomes, a primeira novela em cores e também a ser comercializada no mercado internacional.

A telenovela, esta produção ficcional seriada que sustenta e inclusive projeta internacionalmente a maior rede de televisão do país, não é um produto exclusivo da Rede Globo. Outras emissoras apostam no segmento. O SBT embora tenha feito um tímido investimento, precisa aprender e muito sobre a arte da teledramaturgia, experiência não falta, já que num passado, não muito longínquo as tramas do canal, tiveram aceitação de público, crítica e mercado internacional. Por lá já passaram: Walcyr Carrasco (Cortina de Vidro e Fascinação), Sílvio de Abreu (Éramos Seis), Laura César Muniz e Bosco Brasil (As Púpilas do Senhor Reitor), Vicente Sesso (Sangue do meu Sangue) e até mesmo Cristiane Fridman (Dona Anja). Benedito Ruy Barbosa, Glória Perez e Walter Negrão também tiveram passagem, pela emissora de Sílvio Santos. A Record por sua vez, precisa criar junto com os seus telespectadores a cultura de se assistir à telenovela. Ultimamente a marca de novela das 10, embora não muito respeitada, é um caminho louvável do canal. O fato de a novela ser inteiramente nacional ou baseada em um produto já consagrado, não diminui o valor da obra. O Brasil é multicultural, e devemos entender que televisão acima de tudo é negócio.

Esta semana, por exemplo, os brasileiros passaram a acompanhar “Fina Estampa”, a novela das 9, da Rede Globo, escrita por Aguinaldo Silva. O escritor e tido como polêmico, por dizer verdades, e pra outros “é o cara que se acha”! Mas ele pode continuar se achando. Acertou como luva de película a atenção do telespectador, prova concreta é a audiência na casa dos 40 pontos. A história de Criselda, ou Pereirão, tem o pé bem fixado na realidade. Houve especulações, de que a Criselda, de Silva e a Dulce, de Carrasco teriam o perfil semelhante. Esta mãe de Guilherme, e aquela mãe de Antenor. Ambos os filhos tem a ambição de subir na vida a todo custo. No entanto Criselda embora com situação econômica similar a de muitos brasileiros, é simples, mas não burra. A personagem Dulce, de “Morte e Assopra”, até pouco tempo atrás, não tinha noção do que é ter um filho estudando medicina, era desinformada demais, para criar um filho com um foco cultural tão ambicioso, uma vez que o meio, não responde, mas influi na formação. Em Fina Estampa, Criselda ao perceber, que Antenor esqueceu o material de trabalho, em casa, vai à faculdade, e na ida, tenta obter informações sobre a vida acadêmica do filho, que é bolsista. Na trama das 7, Dulce ao que tudo indica nunca se informou sobre o curso falsário de Guilherme, e pra enriquecer o conto de fadas, ele é contratado pela secretária de saúde de Preciosa, para trabalhar no posto médico. Se a intenção era tratar da corrupção no serviço público, a pegada é fraca demais, uma vez, que Guilherme, não representava nem um ganho, sejam financeiros ou político, para o prefeito Isaías. Já a antagonista Tereza Cristina é de um garbo esplendido. Torloni conseguiu imprimir um tom bastante interessante, ao papel de dondoca, no melhor estilo: meiga e megera. Diálogos rápidos, divertidos. Sem cenas ou situações mirabolantes. A trama leve chegou a ser comparada com uma novela das 19 horas. Foi uma estreia simpática, simples, solar, alto astral, o que deve perdurar em toda a trama. Enfim o capítulo chega ao fim, e você nem sequer percebe.

Quem também deu um show, foi à equipe de criação de Donner e Stein. Eles foram se inspirar em “Brilhante”, no ano de 81, para compor a abertura de “Fina Estampa”. Tem como questão central o valor do caráter e da aparência, eles utilizaram um jogo de espelhos, onde duas modelos (sósias da jornalista Patrícia Poeta, reparou?) desfilando por uma sala de espelhos. O figurino, que sofre alterações ao longo do um minuto de arte, é o grande destaque. Começa com um macacão cinza e termina com um belo vestido vermelho. A ideia é explorar o mote do folhetim: realidade (caráter) versus reflexo (aparência). Por meio de seu Twitter, o autor do folhetim, Aguinaldo Silva, comentou que a vinheta é móvel. Ou seja, a abertura apresentará alterações de acordo com o andamento da trama. Tudo isso ao som peruano instrumental de chocho. Em “Brilhante” foi colocado um gato e uma mulher em uma sala só de espelhos. Comparações a parte, já que o primeiro projeto foi há 30 anos, é o mesmo que ver “Chaves” no SBT e dizer que é nostalgia, no entanto para a atual geração é novidade.

A telenovela é um chamariz de anunciantes, pois fideliza público. Evoca e promove discussão dos mais variados assuntos, além de mudar conceitos e hábitos dos brasileiros. Um produto rentável enquanto está no ar, e lucrativo por muito tempo, já que pode ser comercializados, para outros canais, países afora. Depois desta pequena viagem no tempo, é possível verificar, como tal produto interfere no dia a dia dos brasileiros. Tendo em vista os fatos apresentados, e entendidos, que uma novela é uma obra aberta, com foco financeiro, e que na cultura brasileira é capaz de efetuar uma enorme transformação, argumente a sua opinião, use o nosso espaço de comentários, e incremente ideias, ao texto.

Por hoje a gente fica por aqui, até a próxima , tchau!

Globo avalia novas sinopses para a faixa das 19h


Em janeiro deste ano, saiu a notícia de que a Globo havia solicitado sinopses ao seu banco de jovens autores. Filipe Miguez, criador do inesquecível bordão "felomenal" de Giovanni Improtta (José Wilker - "Senhora do Destino", 2004), entregou o projeto de uma história ambientada nos anos 80, com apelo para a faixa das 18h.

Patrícia Moretzsohn, por sua vez, encaminhou a sinopse de uma trama atual, sobre a vida noturna dos jovens, apostando na temática das redes sociais. O folhetim, intitulado "Baladas", chegou até a ter seis capítulos escritos.

No entanto, nenhum dos projetos, ao que parece, foi aprovado. Patrícia, aliás, está atualmente na equipe de colaboradores de "Fina Estampa".

Oito meses depois, de acordo com informações do colunista Flávio Ricco, um novo trabalho de Filipe Miguez está em processo de avaliação na Globo. Trata-se de uma comédia passada nos dias de hoje e que, naturalmente, deve entrar na faixa das 19h, se aprovada.

Para o horário, Carlos Lombardi, que não consegue emplacar um novo trabalho na emissora desde "Pé na Jaca" (2006), também tem uma comédia romântica em apreciação.

Curiosamente, Miguez foi um dos colaboradores de Lombardi em "Pé na Jaca".

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sessentão, Osmar Prado comemora ser galã em "Cordel Encantado"


Osmar Prado, o delegado Batoré de "Cordel Encantado", da Globo, comemora a retomada de seu personagem e o feito de ser um dos galãs da novela das 18h.


"Tenho motivos para estar muito feliz da minha vida. Estou com 64 anos, fazendo sucesso, galã da novela das 18h, competindo de igual pra igual com os meninos. Eles que se cuidem! Ando de moto, toco bola pra eles, faço gol. O que eu quero mais?"

O ator completou 64 anos na quinta-feira, dia 18.

Para quem não sabe, Prado tem uma paixão tão grande por moto que em 1999 foi garupa do piloto Leandro Mello na última etapa do Campeonato Brasileiro na categoria Superbike Stock, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A dupla chegou em 5° lugar.

"Com 17 tive a primeira moto. Hoje tenho duas. A paixão vem do meu pai, que era motociclista, e meus tios", contou.

Adeus à peruca
Quando estreou no folhetim de Duca Rachid e Thelma Guedes Prado era apenas um delegado palhaço, capacho de Timóteo Cabral (Bruno Gagliasso). Nas últimas semanas, Batoré enfrentou o rei louco, se mostrou um homem romântico ao se apaixonar pela jovem Antônia (Luiza Valdetaro) e está prestes a viver um grande romance com a rainha Helena (Mariana Lima), com direito à aposentadoria da peruca.

A novela acaba no dia 24 de setembro.

"Acho que era de se esperar que ele fosse forçado a tomar uma atitude. Essa relação que se inicia com a rainha Helena, que até então era uma personagem misteriosa, é um desabrochar dos dois. Acho que ambos vão se ajudar. Ela com sua grande experiência na Corte, com toda uma educação, e ele, embora um pouco bruto, como um amante", explicou.

E pra quem torce para que o menino Nidinho (João Fernandes) seja adotado pelo delegado, Prado adiantou que "é bem capaz disso acontecer".

Quanto à famosa peruca, ele explicou que Batoré vai tirando aos poucos. "Ela (Helena) vai tirar pela primeira vez, vai dar confiança a ele", adianta.

Calvo, o ator afirma que jamais usaria o acessório.

"Jamais usaria peruca por várias razões. Primeiro porque uso capacete toda hora e a minha preocupação com a calvície seria limitar a carreira, mas ser baixo e careca abriu um leque de possibilidades incrível", disse. "E o ator não tem altura, quantidade de cabelo, nada. Tem que ser bom no que faz. Eu posso ser galã também, do jeito que sou", completou.

"Não levo desaforo pra casa"

Mas tudo são flores nos bastidores. No início do mês, alguns veículos de comunicação disseram que Prado teve uma briga feia com a diretora do folhetim, Amora Mautner. O motivo seria o excesso de gravação, que estaria estressando o ator. Admitindo ser explosivo, ele mostrou-se incomodado com a história.

"Eu tenho potencialidades para ser explosivo como toda pessoa tem. É uma mistura de italiano com espanhol. Não levo desaforo pra casa. Há situações que você tem que responder. Algumas pessoas conseguem se controlar, eu não", explicou.

"E a notícia foi infundada. Quem plantou disse que eu estava fazendo beicinho e batendo pé. Com 64 anos de idade e 55 de carreira eu já passei dessa fase e exijo respeito. Nunca reclamei de excesso de trabalho, tanto que em 'Sinhá Moça', além de ser co-protagonista, eu fazia teatro", completou.

O ator não explicou os detalhes da briga por ser um assunto "a ser discutido em salas de bastidor, com as pessoas certas", mas que agora está tudo resolvido.

Quando terminar a novela, Prado pretende viajar com a família e as três filhas. O ator não tem projetos, mas disse que personagens vão chegando ele vai fazendo.

Rafael Almeida inspira-se em Andre Agassi para viver tenista em "A Vida da Gente"


Rafael Almeida deixou para trás o físico magrinho que sempre exibiu. Em "A Vida da Gente", próxima novela das seis, ele dará vida ao tenista Miguel. Por isso, está investindo em um condicionamento físico digno de um atleta. "Normalmente, quem joga tênis começa muito cedo. Para convencer como tenista, eu tenho que ter a preparação física de um deles", explica o ator, que está malhando e jogando tênis de segunda a sábado. "Estou fissurado nessa preparação física do personagem. Eu treino quatro horas por dia e muito mais vezes na semana do que foi pedido como laboratório para fazer o Miguel", valoriza.

Na trama de Lícia Manzo, Miguel será um rapaz de origem humilde que ganha uma grande oportunidade para jogar tênis graças à treinadora Vitória, interpretada por Gisele Fróes. "O tênis é uma atividade cara, mas ele se destaca e a treinadora acredita muito no potencial dele", conta. Para viver as dificuldades e emoções de um atleta, Rafael leu "Agassi: Autobiografia", livro sobre a vida do famoso tenista americano Andre Agassi. Além disso, toda vez que vai treinar, o ator observa a forma como os adeptos do esporte se comportam. "Acho importante eu treinar para poder desenvolver a coordenação motora e o trabalho físico. Mas observar os tenistas é tão importante quanto. Só assim eu vou entender os trejeitos, as manias e as emoções deles quando estão na quadra", destaca. Apesar de nunca ter praticado o esporte antes de começar a fazer a preparação para o personagem, Rafael acredita que está se saindo bem e admite que se apaixonou pelo tênis. "Estou viciado. Tenho certeza que vou continuar jogando depois da novela", revela.

Depois de estrear em "Páginas da Vida" como o pianista Luciano, Rafael fez "Malhação" e interpretou Raul Seixas em "Por Toda Minha Vida". Depois disso, o ator viajou pelo Brasil com a peça "Garotos" e começou a produzir videoclipes com alguns amigos. A experiência deu tão certo que ele abriu sua própria produtora de cinema, a Virtus Filmes. Enquanto se mantinha longe da tevê, ele conta que passou por um momento mais recluso e voltou-se totalmente para o estudo do cinema. "Eu me dediquei ao crescimento artístico e busquei referências em filmes nacionais e internacionais. Estava mais preocupado em aprender e evoluir", filosofa. Nessa época, Rafael deixou de lado a vaidade e ficou barbudo e com um ar mais desleixado. Mas acabou percebendo que estava descuidando muito da aparência e da saúde e resolveu mudar seu estilo de vida. Foi nesse momento que a oportunidade na novela de Lícia Manzo apareceu. Depois de vários testes, ele garantiu seu lugar no elenco e mudou de vez sua rotina. "De uma vida mais dentro do meu quarto, estudando, agora passo o dia inteiro na quadra e na academia", compara.

Apesar de admitir estar bem mais preocupado com a aparência física, ele afirma que não está apostando no "sex appeal" do personagem. "Eu quero fazer um tenista da forma mais convincente possível. Se ele vai fazer sucesso eu não sei. Não tenho o objetivo de ser galã", argumenta o ator, que também é modesto quando o assunto é sua atuação. "Hoje não sei me rotular se sou um bom ator. O que eu sei dizer é que eu me considero muito mais entregue à arte e muito mais confiante", avalia. Enquanto estiver gravando "A Vida da Gente", Rafael quer continuar se dedicando às suas duas paixões: a música e o cinema. Por isso, não quer parar de cuidar dos videoclipes de sua produtora. "Com certeza vou ter de selecionar mais os projetos nos quais eu vou entrar. O meu foco agora é a novela", conclui.

Globo preferiu não gravar tiro na cabeça na cena da morte de Leo, em ‘Insensato Coração’


Apesar de prevista no roteiro – esta era uma das 13 cenas secretas que os autores escreveram para o último capítulo de “Insensato Coração” -, a morte de Leo (Gabriel Braga Nunes) sofreu uma alteração horas antes de ser gravada, na última segunda-feira (15). A Globo considerou pesado demais exibir uma sequência em que o vilão levaria um tiro na cabeça para depois ser jogado do alto de um prédio na cadeia. Preferiu optar por uma versão mais simples, mas não menos forte. O bandido será segurado de cabeça para baixo por dois presos e sob olhar atento de companheiros que lotam o pátio para o banho de sol. Ao perceber o que acontece, a turba enfurecida começa a gritar “joga, joga!”. E assim Leo será lançado para a morte. Um final tão forte quanto o anterior para o vilão.Outros finais de personagens já estão definidos na novela das nove. Natalia Lamour (Deborah Secco), por exemplo, vai virar deputada federal e contratará Roni (Leonardo Miggiorin) como assessor parlamentar. Já Paula (Tainá Muller) será condenada a serviços comunitários depois de agredir Kleber (Cássio Gabus Mendes) e terá de servir quentinhas. Entre os casais com final feliz estão Carol (Camila Pitanga) e Raul (Antonio Fagundes), Rafa (Jônatas Faro) e Cecília (Giovanna Lancelotti) e André (Lázaro Ramos) e Leila (Bruna Linzmeyer) – este último terá um relacionamento aberto.

Cláudia Abreu e Assunção voltam a atuar juntos em novela das nove


Cláudia Abreu e Fábio Assunção voltarão a contracenar juntos, oito anos depois de interpretarem os vilões de Celebridade (2004).

Os atores foram reservados para os principais papéis da novela de João Emanuel Carneiro que substituirá Fina Estampa, às 21h, em 2012, na Globo.

Ainda sem título, a nova novela de João Emanuel Carneiro vai contar também com Patrícia Pillar, Murilo Benicio, Cauã Reymond, Tais Araújo, Adriana Esteves e Carmo Dalla Vecchia.

Com direção de núcleo de Ricardo Waddington, a nova novela será quase integralmente ambientada em um subúrbio do Rio.

No entanto, a principal preocupação da equipe da novela é o medo de que a atriz Claudia Abreu engravide, como aconteceu nas últimas vezes em que ela foi reservada ou convidada para alguma novela.

Atualmente mãe de três filhos e grávida do quarto, Claudia recusou pelo menos três papéis para fazer novelas nos últimos cinco anos, ao descobrir uma nova gravidez.

Globo contrata autor de novelas que faz sucesso em Portugal


A Globo contratou o autor de novelas Rui Vilhena. Amigo do novelista Aguinaldo Silva, Vilhena se muda para o Brasil em setembro, com contrato de trabalho de dois anos.

Em Portugal, Vilhena tem sido responsável por sucessos teledramatúrgicos abusando de temas polêmicos como homossexualidade e preconceito, eventualmente chocando o público. Recentemente, escreveu para a TVI Tempo de Viver, Olhos nos Olhos e Sedução.

A vinda do autor português ao Brasil teve a ajuda de Aguinaldo Silva, que intermediou as negociações com a Globo.
Em 2010, Silva declarou que “Vilhena era o autor de novelas portuguesas que tinha mais técnica” e o único a entender do gênero. “Acho mesmo que a TV Globo o devia contratar até porque é um autor nato”, disse Silva sobre o amigo.

Em conversa com o blog, Vilhena confirma sua vinda ao Brasil, mas “por problemas de contrato”, diz não poder revelar suas funções na Globo.

“O Aguinaldo é um grande amigo e deu a maior força. Gosto muito dele e tenho a sorte de partilhar com ele a mesma paixão pela escrita”, conta Vilhena.

Nascido em Moçambique, Rui Vilhena se formou em comunicação social no Brasil e estudou em Los Angeles, onde frequentou um curso de produção para TV e cinema. Morava havia 15 anos em Portugal.

domingo, 21 de agosto de 2011

Malhação 2011: Cenas adiantam a trama da nova temporada. Confira!


Na nova temporada de Malhação, que estreia no dia 29, tramas e personagens estão todos conectados. Sob a direção de núcleo de José Alvarenga Jr., direção geral de Mario Marcio Bandarra, direção de Ajax Camacho e roteiro de Ingrid Zavarezzi, a novela é como um quebra-cabeça que se desmonta para ser reconstruído numa história em que as peças se unem por relações inspiradas em intuição, amizade, amor, curiosidade, parentesco, ganância e, especialmente, mistério.

Clipe de Lançamento de Malhação Conectados


Conheça mas um pouco de Fina Estampa


As diferenças entre as personagens de Lilia Cabral e Christiane Torloni vão muito além da aparência em Fina Estampa, que estreia dia 22. Enquanto Griselda (Lilia Cabral), em seu simples macacão, trabalha duro para manter a casa e dar uma vida digna para sua família, Tereza Cristina (Christiane Torloni) se preocupa apenas em esbanjar todo o luxo e riqueza dos Velmont.

Mãe de Quinzé (Malvino Salvador), Zé Antenor (Caio Castro) e Maria Amália (Sophie Charlotte), Griselda é a “faz tudo” do Jardim Oceânico. Conhecida também como “Marido de Aluguel” e “Pereirão”, a portuguesa teve que assumir o comando da casa depois de o marido - o pescador José Pereira (José Mayer) - desaparecer no mar. “Já que ela sempre foi habituada a fazer tudo dentro de casa, quando o marido morreu a única coisa que ela sabia fazer para sobreviver era consertar máquina de lavar, aquecedor, torneira, trocar pneu. Enfim, com esses pequenos serviços ela foi ganhando uma clientela, conseguiu ganhar seu dinheiro, e fazer com que os filhos tivessem uma vida digna”, explica Lilia, intérprete do "Marido de Aluguel".

Já Tereza Cristina mora em uma mansão com seu marido, o chef de cozinha René Velmont (Dalton Vigh), e os dois filhos, Patrícia (Adriana Birolli) e René Jr. (David Lucas). Segundo Christiane, tem sido muito divertido interpretar a socialite. “É uma vilã adorável, bem-humorada. É uma vilã ‘fina estampa’”, ela afirma. Lilia também destaca a qualidade desse trabalho: “É uma belíssima novela, e eu estou muito satisfeita de poder defender esse personagem que eu jamais pensei que um dia, na minha vida, fosse cair na minha mão”.

Quando não está vestindo seu macacão de brim cinza, com boné e sua maleta de ferramentas, Griselda usa blusas e calças básicas. Mesmo estando fora do horário de trabalho, ela não demonstra preocupação com a aparência. Por outro lado, a antagonista da trama vive coberta de joias com pedras preciosas, e abusa dos vestidos de crepe e seda pura.

Os destinos de Griselda e Tereza se cruzam quando a portuguesa conhece Renê em um incidente, e depois é chamada para fazer um conserto na mansão dos Velmont. A viúva nem imagina, no entanto, que seu filho Antenor vive um romance com Patrícia e, com vergonha de suas origens, finge ser um jovem milionário. O rapaz não tem coragem de contar para a família da namorada que sua mãe é o “Marido de Aluguel”, aquela mulher que se veste com trajes masculinos e não tem a menor vaidade. Afinal, o quê Tereza Cristina acharia disso tudo?

Cena do erro da morte de Norma

Erro grotesco em cena da morte de Norma em 'Insensato Coração'


Regravação da morte de Norma tem erro de texto


A cena que revelou na noite de sexta-feira (19) quem assassinou a personagem Norma (Glória Pires), na novela "Insensato Coração", teve um erro de continuidade.

Na primeira versão, que foi ao ar na terça, Norma diz: "Não faz uma besteira dessa".

Ontem, na "reconstituição" do crime com a assassina Wanda (Natália do Vale), ela diz: "Não faz uma bobagem dessas".

Ibope
No momento da revelação de que a criminosa era Wanda, a Globo registrou pico de 49 pontos de ibope, enquanto a Record marcava 4,5 com o seriado "CSI".
O motivo de Wanda matar Norma foi para que esta não prejudicasse seu filho, o vilão Léo (Gabriel Braga Nunes).
No geral, a trama marcou 47 pontos --cada ponto equivale a 58 mil residências na Grande São Paulo-- segundo números prévios.
A mesma média já havia sido alcançada no capítulo de quinta-feira.

Créditos - F5 da Folha Online